Arquivo da categoria Ases da Estrada
segunda-feira, 22 de maio de 2006 @ 16:13
Já é velhinho, mas faz todo o sentido pô-lo aqui, afinal pode chegar a alguém que ainda não tenha lido...
Dedicado a todos os ases da estrada que populam este país.
MÃE... fiz o que me pediste
Fui à festa,
Fui a uma festa, e lembrei-me do
que me disseste.
Pediste-me que
eu não bebesse álcool,
mãe...
Então, bebi uma "Sprite".Senti orgulho de mim
mesma, e do modo como me disseste
que eu me
sentiria e que não deveria beber e conduzir.
Ao contrário
do que alguns amigos me disseram.
Fiz uma escolha saudável, e o teu conselho foi correcto.
E quando a festa finalmente acabou, e o pessoal
começou a conduzir sem condições...
Fui para o meu carro, na certeza de que
iria para casa em paz...
Eu nunca poderia esperar...
Agora estou deitada na rua, e ouvi o policia dizer:
"O rapaz que causou este acidente estava bêbado",
mãe, a voz parecia tão distante...
O meu sangue está escorrido
por todos os lados e eu estou a tentar
com todas as minhas forças, não chorar...
Posso ouvir os paramédicos dizerem: "A rapariga vai morrer"...
Tenho a certeza de que o rapaz não tinha a menor
ideia, enquanto ele
estava a toda velocidade, afinal, ele decidiu beber e
conduzir e agora
tenho que morrer...
Então por que as pessoas fazem isso, mãe?
Sabendo que isto vai arruinar vidas?
A dor está-me a cortar como uma centena de facas
afiadas...
Diz à minha irmã para não ficar assustada, mãe,
diz ao papá que
ele seja forte... E quando eu partir, escreva
"Menina do Pai" na minha sepultura...
Alguém deveria ter dito aquele rapaz que é errado
beber e conduzir...
Talvez, se os seus pais tivessem dito, eu ainda estivesse viva...
Minha respiração está a ficar mais fraca, mãe, e
estou realmente a ficar com medo...
Estes são os meus momentos finais
e sinto-me tão desesperada..
Eu gostaria que tu pudesses abraçar-me, mãe,
enquanto estou esticada
aqui a morrer, eu gostaria de poder dizer que te amo,
mãe...
Então... Amo-te e adeus...
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sexta-feira, 05 de maio de 2006 @ 12:48
Santo Tirso: comissão contra fecho de maternidade promove marcha lenta na A3
Parece-me bem fazerem uma marcha lenta numa auto-estrada.
Já agora, e para os que conhecem, aproveitem e vão particularmente devagar entre os kilometros 18 e 15 da referida auto-estrada. Pode ser que assim consigam matar-se antes de sairem da auto-estrada.
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quinta-feira, 30 de março de 2006 @ 09:23
15 minutos para fazer 800 metros! Tudo porque os senhores do Metro do Porto acham normal condicionar o acesso à zona industrial da Maia às 9 da manhã para fazer testes de circulação dos veículos.
Será que os testes não podiam esperar pelas 10 da mnhã, altura em que a maior parte das pessoas que trabalha na zona industrial já está a trabalhar, logo os testes causariam menos problemas à circulação?
Ontem às 23:30, quando ia para casa não estavam a decorrer testes, nem havia condicionamento nenhum para além dos habituais numa zona em obras. Será que os testes não podiam ser feitos a essa hora?
Já que estou a falar de obras do Metro do Porto na zona industrial da Maia, também gostava de perceber como é que é permitido que para estas obras tenham cortado ao trânsito o sentido descendente da via Sá Carneiro durante 6 meses, período durante o qual o trânsito se fez apenas numa faixa em cada sentido utilizando as duas faixas do sentido ascendente, sem que tivessem decorrido nas faixas cortadas trabalhos que justificassem o corte quer na sua dimensão quer na sua duração. Será que a Câmara da Maia não poderia/deveria ter um papel fiscalizador mais activo?
Assim, não há produtividade que resista!
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quarta-feira, 14 de setembro de 2005 @ 12:10
Ontem quando ia para casa ultrapassei na auto-estrada uma senhora que, enquanto conduzia, punha boton usando o retrovisor.
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terça-feira, 06 de setembro de 2005 @ 09:27
... vista por um português emigrado em Inglaterra.
Actualização: leiam também os comentários. Há alguns pertinentes.
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quinta-feira, 01 de setembro de 2005 @ 09:42
Na A28/IC1 (nota-se muito que tenho andado pela A28?) no sentido Viana do Castelo - Porto, pouco antes da saída para a Póvoa de Varzim, está encostada na berma, em curva, desde o início da semana.
O concessionário da auto-estrada não faz nada? Quando houver um acidente devido a este carro abandonado, a causa vai ser o alcool ou o excesso de velocidade?
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terça-feira, 30 de agosto de 2005 @ 12:21
Muita gente fala dos erros de concepção do traçado do IP3 e do IP5. Desta vez vou eu falar da A28/IC1 entre o Porto e Viana do Castelo.
Entre os nós de Esposende e Neiva, a A28 sobe dos 60 metros de altitude para os 140 metros de altitude em 900 metros, o que dá uma subida com uma inclinação de 9%. Depois, volta a descer dos 140 metros de altitude para os 80 metros de altitude numa distância de 1300 metros: uma descida com mais de 4% de inclinação.
Imagine-se agora um camião carregado a vencer estas inclinações no sentido ascendente. Será que consegue cumprir o limite mínimo de velocidade fixado para a circulação em auto-estrada (50 Km/h)? Não, não consegue.
Em ambos os sentidos, há apenas duas faixas. Imagine-se então um camião a circular à velocidade mínima permitida (ou abaixo dela) e junte-se a isto um outro camião um bocadinho mais rápido, digamos a 60 Km/h (não esquecer que é uma subida íngreme) que resolve ultrapassar o primeiro camião.
Qualquer carro que circule a 100-120 Km/h dá com uma parede que se desloca na melhor das hipóteses a 60 Km/h.
É do mais elementar bom senso que é tão perigoso andar muito mais depressa do que o fluxo do tráfego como andar muito mais devagar do que este.
E tudo isto se resolvia com mais 3 ou 4 metros de asfalto em cada sentido.
Nota: todas as distâncias e altitudes foram retiradas das cartas online disponibilizadas pelo Instituto Geográfico do Exército no seu Visualizador de Informação Geográfica.
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sexta-feira, 26 de agosto de 2005 @ 11:21
No
Cabo Raso. Sem mais comentários, porque estes estragariam o post.
Mas não deixem de ler!
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terça-feira, 26 de outubro de 2004 @ 18:13
Na circular Sul de Braga, quem desce do nó do Picoto para o hipermercado Carrefour encontra lençois de água a atravessar as duas faixas de rodagem.
Trata-se de uma descida com bastante inclinação e ladeada por muros de betão, o que torna essa zona muito perigosa.
Nessa mesma zona aparentemente não há escoamento de água. A água que atravessa as faixas de rodagem segue pelos lados da via, dentro da faixa de rodagem.
Fica o aviso para quem for para Braga, para passar por lá com muito cuidado.
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sábado, 16 de outubro de 2004 @ 16:02
Hoje a C foi a uma festa de anos.
Quando a fui levar os dois carros que seguiam à minha frente bateram.
Ando com uma apetência...
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segunda-feira, 11 de outubro de 2004 @ 17:00
Eu não sei qual é o nome correcto daqueles "carros" que não precisam de carta de condução para se conduzir.
Mas também não percebo como é que ainda é permitido vender daquelas urnas ambulantes.
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quarta-feira, 06 de outubro de 2004 @ 11:37
Hoje de manhã, o condutor de uma carrinha branca, com a matricula
89-39-PR, da empresa Placolima, tentou propositadamente chocar comigo, por eu (não) ter feito alguma coisa.
Independentemente de eu anteriormente ter feito ou não alguma asneira (coisa que tenho praticamente a certeza de não ter feito, mas que é irrelevante), mudar para a faixa de rodagem em que eu circulava, quando vai a meu lado a gesticular comigo, é um acto criminoso.
Uma vez que se trata de uma carrinha de uma empresa vai ser fácil entrar em contacto com a dita e avisá-los do perigo que é porem nas mãos daquele funcionário uma carrinha para transporte de funcionários e/ou materiais.
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segunda-feira, 27 de setembro de 2004 @ 12:00
O Raúl tem um
post acerca da formação ministrada aos candidatos a encartados que vale a pena ler (e reflectir).
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segunda-feira, 27 de setembro de 2004 @ 10:40
O verdadeiro ás da estrada é aquele que sem carta, vai para os arredores de Palmela participar em corridas de carros e mata três pessoas e fere quatro.
Sem mais comentários...
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quinta-feira, 23 de setembro de 2004 @ 16:19
Hoje só dá disto :-)
Foi ontem a discussão no parlamento o novo Código da Estrada.
A notícia do Público conta a história toda, e eu apenas vou citar excertos:
[...]assim que terminou o período mais picante destinado ao debate da actualidade, e o ministro da Administração Interna subiu à tribuna, assistiu-se a uma autêntica debandada dos deputados.
[...]o PÚBLICO contabilizou apenas 33 pessoas nas bancadas parlamentares (de um total de 230), boa parte das quais ocupadas em conversas laterais[...]
Quero só dizer que 33 em 230 não representam sequer 15% dos deputados que nós sustentámos.
Têm a caixa de comentários à disposição.
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quinta-feira, 23 de setembro de 2004 @ 12:11
Hoje, os dois carros e o camião que seguiam à minha frente "resolveram" bater uns nos outros. Felizmente eu consegui travar a tempo.
Em menos de um segundo vieram-me à memória acontecimentos recentes. O resto da viagem custou-me como nunca a fazer...
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quinta-feira, 23 de setembro de 2004 @ 11:29
Hoje, depois das habilidades que vi no percurso de casa para o trabalho, decidi-me.
Andava a pensar em fazer isto e agora é que vai mesmo para a frente.
Este é o primeiro post da categoria "Ases da Estrada" em que vou indentificar veículos pela matrícula e as habilidades que os seus condutores fazem na estrada. Além disso, também será nesta categoria que passarei a postar as minhas ideias e relatos relacionados com trânsito.
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