Arquivo mensal de agosto 2005

O expert das CSS falou...

quarta-feira, 31 de agosto de 2005 @ 15:08

... e eu cumpri as indicações que ele me deu.

Agora os dados do post já não são apertados pelas imagens dos posts.

O João Craveiro está-se a tornar no consultor CSS de facto daqui do sítio. Kudos!

Factura ambiental?

quarta-feira, 31 de agosto de 2005 @ 09:15

Será que os norte americanos (e não só) estão a pagar a factura da sua política ambiental?

[Efemérides 35] Brasil

terça-feira, 30 de agosto de 2005 @ 15:02

Faz hoje 180 anos que Portugal reconheceu a independência do Brasil.

Já tive resposta...

terça-feira, 30 de agosto de 2005 @ 12:59

... ao meu pedido de ajuda.

O João Craveiro teve a amabilidade de me explicar a causa do bug no layout daqui de casa. Era um erro sistemático - tinha-o em todos os posts- e que consistia na falta das tags <p> e </p> no primeiro parágrafo.

Também ainda hei-de perceber porque carga de água é que eu punha as tags nos parágrafos todos menos no primeiro.

[ADE 10] Erros de concepção

terça-feira, 30 de agosto de 2005 @ 12:21

Muita gente fala dos erros de concepção do traçado do IP3 e do IP5. Desta vez vou eu falar da A28/IC1 entre o Porto e Viana do Castelo.

Entre os nós de Esposende e Neiva, a A28 sobe dos 60 metros de altitude para os 140 metros de altitude em 900 metros, o que dá uma subida com uma inclinação de 9%. Depois, volta a descer dos 140 metros de altitude para os 80 metros de altitude numa distância de 1300 metros: uma descida com mais de 4% de inclinação.

Imagine-se agora um camião carregado a vencer estas inclinações no sentido ascendente. Será que consegue cumprir o limite mínimo de velocidade fixado para a circulação em auto-estrada (50 Km/h)? Não, não consegue.

Em ambos os sentidos, há apenas duas faixas. Imagine-se então um camião a circular à velocidade mínima permitida (ou abaixo dela) e junte-se a isto um outro camião um bocadinho mais rápido, digamos a 60 Km/h (não esquecer que é uma subida íngreme) que resolve ultrapassar o primeiro camião.

Qualquer carro que circule a 100-120 Km/h dá com uma parede que se desloca na melhor das hipóteses a 60 Km/h.

É do mais elementar bom senso que é tão perigoso andar muito mais depressa do que o fluxo do tráfego como andar muito mais devagar do que este.

E tudo isto se resolvia com mais 3 ou 4 metros de asfalto em cada sentido.

Nota: todas as distâncias e altitudes foram retiradas das cartas online disponibilizadas pelo Instituto Geográfico do Exército no seu Visualizador de Informação Geográfica.

[ADE 9] Leiam, leiam sem falta.

sexta-feira, 26 de agosto de 2005 @ 11:21

No Cabo Raso. Sem mais comentários, porque estes estragariam o post.

Mas não deixem de ler!

O Metro vai chegar ao Aeroporto

quinta-feira, 25 de agosto de 2005 @ 11:09

Finalmente o Metro de Lisboa vai chegar ao aeroporto da Portela.

Mas espera aí... o aeroporto não vai para a Ota?

Pergunta aos entendidos de CSS

quarta-feira, 24 de agosto de 2005 @ 15:10

Apercebi-me hoje de um bug no meu layout.

Porque é que o primeiro parágrafo dos meus posts fica alinhado à esquerda enquanto que os restantes ficam justificados, que é como eu pretendo que todos apareçam, incluindo o primeiro.

Eu quase que aposto que é um problema na style-sheet, por isso é que este post é direccionado aos experts nesta coisa de "folhas de estilo".

Agradeço qualquer dica: as que não resolvem o problema e a que resolve.

Wordpress+DokuWiki vs Drupal

quarta-feira, 24 de agosto de 2005 @ 14:05

Para organizar o meu trabalho e ter a informação que preciso a alguns, poucos, clicks de distância, uso uma combinação de Wordpress e DokuWiki. Ontem instalei o Drupal para ver se conseguiria ter as duas funcionalidades num único package.

A solução que utilizo actualmente disponibiliza as funções de blog (Wordpress) e wiki (DokuWiki), enquanto que o Drupal tem muitas mais funcionalidades (forum, sondagens, edição colaborativa, etc.). No entanto, para esta utilização em particular, em que apenas existe um utilizador, estas funcionalidades têm pouco ou nenhum interesse/utilidade.

As funcionalidades de blogging do Drupal são muito inferiores às do Wordpress, afinal o segundo é uma aplicação dedicada enquanto o primeiro é mais generalista.

A documentação que eu escrevo está actualmente no meu DokuWiki. Após experimentar a funcionalidade destinada a este fim no Drupal, fica a sensação de já ter visto melhor e mais funcional. Depois de instalar módulos que permitiam a edição de textos quer em sintaxe Markdown, quer em WikiText, a sensação desvaneceu-se: afinal já posso usar uma sintaxe com a qual já estou familiarizado. Com uma vantagem: a sua utilização não se restringe à elaboração da documentação. Também posso utilizar este tipo de markup nas entradas do blog, o que é manifestamente um ponto a favor do Drupal.

A questão das categorias, vocabulário e termos é algo obscuro, pelo menos numa fase inicial de utilização. Provavelmente esta dificuldade é causada pela minha interpretação de categoria, se calhar demasiado blog-oriented para a encaixar numa solução mais abrangente como é o Drupal.

Este problema provocou (ou não?) um outro: por uma questão de organização e simplificação de pesquisas, faço uma utilização intensiva das categorias no Wordpress (foi alias este um dos principais requisitos na fase em que tive que escolher a ferramenta de blogging). Assim, o facto de não poder utilizar categorias no sub-sistema de blogging do Drupal revelou-se um óbice fundamental para a mudança.

Em relação ao aspecto gráfico, nenhum dos vários temas que experimentei me encheu as medidas. Também é certo que a feature do Drupal de misturar na página principal conteúdos de todos os tipos (entradas do blog, documentação, sondagens, etc.) não ajudou nada, uma vez que o conteúdo disponibilizado fica muito confuso e com uma certa falta de "ordem na casa".

Conclusão: Para já não vou trocar o par Wordpress+DokoWiki pelo Drupal. Em todo o caso vou manter o segundo instalado para, havendo oportunidade, o explorar mais a fundo. Pode ser que ainda venha a mudar de opinião e que afinal a troca seja benéfica. Mas não nesta fase.

As suspeitas que se confirmam

quarta-feira, 24 de agosto de 2005 @ 10:59

Este ano nada ouvi acerca da Minho Campus Party, por onde eu costumo passar, apenas como visitante (no ano passado serviu inclusivé de motivo para os editores do startux.org, grupo do qual faço parte, fazermos um almoço de convívio). Por estar demasiado "embrulhado" em trabalho, pensava eu.

Hoje descobri que tal não se devia a falta de informação da minha parte: não houve MCP 2005.

Resta esperar pela MCP 2006.

Diminuir o tamanho do log file em BD's SQL Server

terça-feira, 23 de agosto de 2005 @ 14:50

Tinha uma BD em SQL Server cujo logfile cavalgava para o Gb de tamanho. como o conteúdo do logfile não tinha qualquer interesse, pensei "e se mostrasse a este tipo quem manda aqui e pusesse o log com um tamanho decente?".

Como estas coisas de software e computadores têm os seus caprichos, lá fui eu ao meu amigo Google para ver o que é que se dizia por aí acerca do assunto.

Encontrei a resposta e testei-a (sem esquecer o backup da praxe, que isto de trabalhar sem rede já não é para os meus nervos). Funcionou na perfeição.

Para quem quiser/precisar disto, aqui fica a dica, encontrada aqui (mas não passem à frente o backup!):

I guess that rather "truncating" the log file, you want to "shrink" the log file ?!! For this, you need a different sql statement, or if you really want to shrink it down, do the following:
  1. close any connections to the database
  2. detach it (use sp_detach_db) in query analyser
  3. rename/delete the .ldf file(s) in Windows explorer
  4. attach the data (use sp_Attach_db), specifying only the .mdf file(s). This step will recreate the transaction log file with a small size :-) in query analyser
set the max size of the log file to say 20% of the actual database size, which should be sufficient if the option "truncate log on checkpoint" is set, use Enterprise manager for this

Arghh

segunda-feira, 22 de agosto de 2005 @ 10:58

Isto de as féras acabar custa sempre tanto...