Ninguém pensou nisso?
terça-feira, 31 de maio de 2005 @ 11:25
Ou será que não queriam falar dessa possibilidade, não fosse o diabo tecê-las???
terça-feira, 31 de maio de 2005 @ 11:25
Ou será que não queriam falar dessa possibilidade, não fosse o diabo tecê-las???
segunda-feira, 30 de maio de 2005 @ 10:13
Nada parecido com a página do FireFox, aliás, qualquer semelhança é pura coincidência...
E a página "About" vai direitinha para uma página do site da Microsoft sobre o IE...
quarta-feira, 25 de maio de 2005 @ 12:31
Ainda não ouvi falar de medidas para combater a evasão fiscal, para aumentar a eficácia da administração pública.
Sendo mesquinho, também ainda não ouvi falar em redução das benesses de que usufrui a classe política.
terça-feira, 24 de maio de 2005 @ 09:15
Senão, veja-se a atitude de toda a classe política durante o dia de ontem: uns a justificaram as suas opções com o facto de outros anteriormente terem feito o mesmo, outros a responsabilizarem os seus antecessores pelo actual estado das contas públicas, ainda outros preocupados com a sua parte do bolo.
Dado o estado em que se encontram as finanças públicas, é muito mais pertinente tomar atitudes proactivas no sentido de resolver o problema do que estar a chorar sobre o leite derramado.
Esta não é uma questão partidária, é uma questão nacional, estando por isso num plano superior aos partidos. Nesta perspectiva, impõem-se uma atitude de cooperação inter-partidária, sem levar em consideração calendários eleitorais ou ambições pessoais.
Mais ainda, como habitual votante no Partido Socialista, espero que o governo tome as medidas que tiver que tomar, independentemente da sua popularidade e das consequências políticas dessas medidas. Só neste quadro sentirei que o meu voto foi útil.
segunda-feira, 23 de maio de 2005 @ 12:00
Propositadamente, apenas quis ver o filme depois de ter lido os três livros nos quais se basearam os filmes. Por sua vez, a leitura destes três livros foi precedida da leitura de "O hobbit" (também de Tolkien), o que me permitiu perceber melhor toda a "entourage" do enredo, nomeadamente, como é que o Anel vai parar às mãos de Bilbo Baggins, assim como a relação entre os diversos personagens.
Detectei, como era de esperar, várias diferenças entre o original e o filme. Algumas com pouca relevância, outras com maior impacto. No geral, achei a versão impressa mais consistente e com os pormenores melhor explicados. Para além das diferenças introduzidas, há aspectos da história que não seriam fáceis de transpôr do livro para o filme (por exemplo, o profundo e aterrador medo dos 4 hobbits em relação aos cavaleiros negros, a duração da perseguição que estes lhes moveram, a relação entre Sam e Frodo, etc.).
Para os mais curiosos, estão disponíveis na internet listas mais ou menos completas das diferenças entre o livro e o filme, por exemplo, aqui e aqui.
Fazendo um balanço, gostei mais do livro do que do filme, e a quem me perguntar se vale a pena ler o livro, mesmo depois de ver o filme, a resposta é um claro sim.
segunda-feira, 23 de maio de 2005 @ 11:06
Muitas das pessoas que sairam à rua são pais de crianças. Quantos destes estão dispostos a ter uma reunião na escola dos filhos à noite? Poucos. Muito poucos!
A trilogia "Fado, Futebol e Fátima" continua bem viva na mentalidade portuguesa.
segunda-feira, 23 de maio de 2005 @ 10:39
A este estado de espírito, comungado por simples adeptos e por "intelectuais da bola", sempre contrapus que era mais fácil o Porto não ganhar à Académica (que tinha um registo de uma derrota nos últimos 14 jogos) do que o Benfica perder no Bessa.
As minhas previsões confirmaram-se: ao empatar no Dragão, não só a Académica estendeu o registo para 15 jogos - 1 derrota, como em face desse resultado o resultado do Bessa se tornou irrelevante, apesar de o Benfica ter conseguido o empate de que necessitava para não depender dos resultados de terceiros.
sexta-feira, 20 de maio de 2005 @ 12:53
quinta-feira, 19 de maio de 2005 @ 16:30
Uma das várias extensões que eu uso é esta. Mas que raio de nome para dar a uma extensão: greasemonkey. Afinal, nunca vi um macaco da graxa...
segunda-feira, 16 de maio de 2005 @ 11:54
Num jogo muito mal arbitrado (o consenso dos treinadores das duas equipas acerca deste ponto diz bem da qualidade da arbitragem), os espanhóis ganharam por 3-2, feito que conseguem pela 5ª vez frente ao FC Porto.
segunda-feira, 16 de maio de 2005 @ 11:32
sábado, 14 de maio de 2005 @ 09:10
sexta-feira, 13 de maio de 2005 @ 11:56
"Matar uma criança no seio materno é mais violento que matar uma criança de cinco anos"
As declarações do Padre de Lordelo do Ouro revelam toda a sua insensibilidade e obtusidade.
Pior do que a afirmação em si, é o momento e o local onde estas palavras foram ditas: na missa de sétimo dia da criança maltratada e assassinada por familiares no Porto.
Mas para piorar aquilo que dificilmente se podia piorar, o pároco de Lordelo do Ouro mantém a infeliz comparação, recusando-se a admitir que disse asneira. Para isso justifica-se com pérolas como "há mortes que são mais graves e outras que são menos graves" e "uma criança de cinco anos pode reagir, pode chorar, queixar-se". Sem mais comentários...
quinta-feira, 12 de maio de 2005 @ 15:34
Desta forma, liberto a mãe para tratar doutras coisas (ou mesmo para poder descansar um bocado). Sempre anda menos a correr.
O problema é a adaptação do relógio biológico da I a este horário. Já estou a imaginar a que horas ela vai acordar no fim de semana. :-(
terça-feira, 10 de maio de 2005 @ 15:57
Que culpa têm os árbitros que os avançados rematem para as nuvens quando estão isolados frente aos guarda-redes. Que culpa têm os árbitros que os defesas abram verdadeiras auto-estradas em direcção à sua baliza. Que culpa têm os árbitros que os médios falhem passes atrás de passes? Que culpa têm os árbitros que as equipas não criem mais do que uma ou duas oportunidades de golo durante um jogo?
Se compararem o número de erros cometidos pelo árbitro com o número de erros cometidos pelos jogadores da sua equipa, talvez começasse a pensar em virar baterias para outro lado, que não os árbitros.
Se eu, no meu trabalho, falhasse tanto como os jogadores de futebol, o mais provável era perder o emprego ao fim de um mês. E quem me dera ganhar o que ganha um "puto" de 18 anos, recém-saído das escolas do clube, que jogou a última meia hora de três ou quatro jogos, quando já era impossível a equipa perder o jogo.
domingo, 08 de maio de 2005 @ 16:21
A C. esteve de manhã a acabar de ler o livro no qual a peça se baseou, para perceber melhor a história.
Tanto a C. como a I. gostaram da peça. Passaram o resto do dia a falar das incidências da história.
Apenas um pormenor: 10€ por pessoa (adulto ou criança) por um espectáculo de 50 minutos parece-me um bocado puxado, para quem se queixa da falta de público.
quinta-feira, 05 de maio de 2005 @ 10:58
quinta-feira, 05 de maio de 2005 @ 10:39
Mas em vez de andarmos/andarem preocupados em resolver estas questões, não, o problema principal do país parece ser o aborto.
A questão do aborto, como os socialistas argumentam, é uma promessa eleitoral. Acho muito bem que as promessas eleitorais se cumpram. Mas será que esta promessa eleitoral tem que ser cumprida já? Não há nada mais importante que se deva tratar primeiro?
Se estamos a falar de cumprir promessas eleitorais, podiam tratar de arranjar JÁ os tais 150000 postos de trabalho...
E já agora... agora que o Sr. Presidente da República pôs ordem na casa, dizendo que não se referenda por referendar, que é preciso debate público (que ninguém quis iniciar), que a população deve ser esclarecida acerca daquilo que está em causa (que ninguém quis esclarecer), então resolve-se o assunto a nível da Assembleia da República.
Mas a promessa eleitoral não era de referendar o aborto????