Arquivo mensal de abril 2005

Já voou

quarta-feira, 27 de abril de 2005 @ 16:12

O maior avião comercial do mundo, o Airbus A380, já voou.

As notícias podem ser lidas em vários locais, por exemplo, aqui e aqui.

Partiu

terça-feira, 26 de abril de 2005 @ 10:55

Ontem, quando estava de bicicleta no meio do monte, a corrente partiu e eu estava sem ferramenta para a arranjar. Mesmo que tivesse a ferramenta adequada, não sei se a conseguiria arranjar, mas isso já é outra história...

O que vale é que a maior parte do caminho de regresso a casa era a descer.

E agora?

terça-feira, 26 de abril de 2005 @ 10:45

Depois do congresso do CDS/PP e com a eleição de Ribeiro e Castro para a presidência do partido, fica uma pergunta: vamos ter mais CDS ou mais PP?

O nome do papa

quarta-feira, 20 de abril de 2005 @ 09:44

Em conversa com amigos, veio à baila o tema do nome dos Papas. Encontrei aqui uma explicação, que transcrevo a seguir.
Há três razões principais para que os Papas adotem um novo nome, ao serem eleitos e começarem a reinar.
  1. O Sumo Pontificado tem tal honra, por ser o Papa Vigário de Cristo, que, por assim dizer, eles começam uma nova vida, ao assumirem o pontificado supremo. Tudo o que a pessoa eleita viveu, é como se não tivesse valor, começando nova existência a serviço da Igreja.
  2. O Papa toma um novo nome, para que o santo cujo nome ele adota o proteja, e lhe sirva de modelo no Pontificado. Desse modo, a escolha do nome indica que rumo o novo Papa quer dar à Igreja.
  3. O Papa, além de Sumo Pontífice da Igreja Católica, é também soberano dos Estados da Igreja. Dai, ser ele coroado como rei. E os Reis costumeiramente são indicados por um número, para distinguí-los uns dos outros, embora tenham o mesmo nome.

Blogar no trabalho?

quarta-feira, 13 de abril de 2005 @ 11:49

E se for apanhado? Será que sou despedido?

Há um conjunto de regras para evitar problemas. Para ler aqui.

O dinheiro das coimas

terça-feira, 12 de abril de 2005 @ 12:06

A propósito da meu post anterior acerca do novo código da estrada, parece-me muito interessante esta perspectiva, colocada num comentário desse post e que eu agora promovo à página principal, de os agentes ficarem temporariamente com o dinheiro resultante das coimas aplicadas:
Para os que acreditam que este CE estimula a caça à multa, descansem. A razão é muito simples: o pagamento imediato só trouxe mais trabalho e responsabilidade para os agentes que andam na rua. Muitos agentes mostram-se renitentes a ficar com o dinheiro na sua posse e preferem não autuar. Se a intenção era assegurar o pagamento das coimas e, dessa forma, conseguir mais dinheiro, a situação que está aparentemente a ocorrer é exactamente a contrária.
Antes da discussão, os créditos: o autor deste comentário foi feito por Gomes Henriques, ao qual agradeço a contribuição.

Molly Malone

terça-feira, 12 de abril de 2005 @ 11:47

Molly Malone faz parte da cultura e tradição irlandesa, para além de ser um ícone da cidade de Dublin.

Molly Malone morreu jovem, depois de ter passado a sua curta vida a empurrar o seu carrinho de mão onde transportava o peixe de onde ganhava o sustento.

Para além disso, Molly Malone desenvolvia "actividades paralelas":

'Who is it?', someone asks. 'Tis Molly Malone the fishmonger, and she is no more', replies a young lad. 'God's judgment has come upon her', adds a plump housewife, probably the lad's mother, 'for as well as her trade of fishmonger she was a part-time hussy also'.

É de expressão mundial a música que a celebra, sendo tanto conhecido por "Molly Malone", como pelo pregão que ela usava para chamar a clientela: "Cockles and Mussels"

In Dublin's Fair City
Where the girls are so pretty
I first set my eyes on sweet Molly Malone
As she wheel'd her wheel barrow
Through streets broad and narrow
Crying cockles and mussels
alive, alive o!

Chorus
Alive, alive o!, alive, alive o!
Crying cockles and mussels alive, alive o!

She was a fishmonger
But sure 'twas no wonder
For so were her father and mother before
And they each wheel'd their barrow
Through streets broad and narrow
Crying cockles and mussels alive, alive o!

Chorus

She died of a fever
And no one could save her
And that was the end of sweet Molly Malone
But her ghost wheels her barrow
Through streets broad and narrow
Crying cockles and mussels alive, alive o!

Chorus

A história de Molly Malone, contada com mais detalhe, pode ser encontrada aqui.

Ainda o dia do Pai

segunda-feira, 11 de abril de 2005 @ 15:48

A I cantou na festa do colégio uma música (de cabeça, possivelmente já adulterado):
O meu Pai é aquele homem
Que está li a sorrir p'ra mim!
É muito bonito
E eu gosto, e eu gosto
E eu gosto dele assim!
Continuo a babar de cada vez que a ouço cantar isto.

A minha primeira vez

segunda-feira, 11 de abril de 2005 @ 10:38

Ontem foi a 1ª vez que cheguei a casa de um passeio de BTT a precisar de cuidados. Amacei a canela esquerda quando descia "largado". Nada que não se resolvesse com gelo :-)

A frase do dia, ou a propósito dos 'Tugas'

quarta-feira, 06 de abril de 2005 @ 11:43

'tuga' é quem te fez 'azorelhas'!

Dureza

quarta-feira, 06 de abril de 2005 @ 10:23

Isto continua difícil para postar, quer por falta de tema, quer por falta de tempo.

Será o início do fim do meu blog?