Que grande desforra...
Infelizmente, veio-se a provar que eu tinha meia razão: a Grécia foi tudo menos um adversário fácil (esteve imensas vezes com todos os jogadores atrás da linha da bola), o espetáculo foi uma miséria e, pior de tudo, perdemos. A outra metade ficará sempre por provar, porque este jogo contra a Rep. Checa nunca se irá realizar.
Perdemos, mas ao contrário do primeiro jogo, tentamos ganhar: tentamos pela esquerda, tentamos pela direita, tentamos cruzamentos, tentamos de longe... estava escrito que este era para a Grécia. Paciência... perdeu o futebol de ataque, alegre. No seu lugar venceu um futebol feio, baseado quase exclusivamente na destruição daquilo que é construido pelo adversário e calculista e espectante dos erros cometidos pelos adversários.
terça-feira, 06 de julho de 2004 @ 23:08
Afirmei-o sem dúvida que seria uma forma de nos podermos desforrar da 1º. derrota do jogo inicial. Engano meu, uns minutos antes de terminar a primeira parte e sem que Scolari se tivessse decidido por substituir Pauleta com uma mediocre prestação e até Deco que se encontrava fisicamente esgotado, por Nuno Gomes, Simão ou Postiga, deixei de continuar a ver o jogo, não assisti a um único minuto que fosse da 2ª.parte, pela convicção de que iriamos perder e assim aconteceu.
segunda-feira, 05 de julho de 2004 @ 11:25
Desforra?!
Nunca ouvi essa expressão...
Ouvi a muito desportiva expressão 'vingança'! Essa ouvi...
Um abraço,
Francisco Nunes